Imagino um obstáculo. Imagino a transpor-me um obstáculo. Imagino o que há para lá do obstáculo.
Imagino.
Sento-me à beira do precipício. Espreito para lá do precipício. Sinto a brisa fresca que vem do precipício.
Precipito-me.
Raro é o momento. É o momento raro. O momento é raro. Raro.
Desfaleço. Des_faleço. Não faleço mais. Deixei de estar falecida. Renasci. Re_nasci. Voltei a nascer. Já era nascida. Já era viva. Viva.
Vivo, precipitando-me na imaginação do raro.
Quando o lado humano descontroladamente toma conta do que escrevo e o sangue pulsa até o momento passar... é aí que o paleio sem senso ocorre, mas sempre num momento sensível
' sozinhos não eramos mais do que vento a roçar o solo despido de qualquer graça '
Sejam bem vindos a este cantinho, a estas páginas de sentimentalismo
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sexta-feira, 13 de junho de 2014
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