' sozinhos não eramos mais do que vento a roçar o solo despido de qualquer graça '

Sejam bem vindos a este cantinho, a estas páginas de sentimentalismo

sábado, 7 de junho de 2014

Tempo

Trapaçeiro
Assim é este tempo etéreo.
Gélido
em toda a sua plenitude. 
Umas vezes doce.
Umas vezes amargo.
Quem de si depende,
depreende nele não uma necessidade
mas uma prisão.
Inquieto,
mas em si pleno.
Sádico,
o arquitecto da marioneta. 
Umas vezes dependente.
Umas vezes veemente.
Quem não o vê,
denota uma ausência,
a vida a esvair-se.


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